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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
terça-feira, 20 de setembro de 2011
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Rubem Fonseca
Rubem Fonseca foi Prémio Camões em 2003 (para além de muitos outros) e é um dos mestres vivos da nossa língua.
Nascido em 1925, brasileiro de Minas Gerais, mas "carioca" (Rio de Janeiro, desde os 7 anos) por adopção, é dono de um estilo e uma inventiva que, dizem os que podem dizer estas coisas, faz o "casamento do universo erudito com o universo pop", dando a voz aos membros do "povão", nas suas mais que peripécias quotidianas.
A "Escola da Noite", um dos grupos de teatro profissionais de Coimbra, está a celebrá-lo, em parceria com outro grupo profissional: a Companhia de Teatro de Braga.
Em cena tem estado, de novo, a Trilogia que apresentaram durante o mês de Maio, sucessivamente do Teatro da Cerca de S. Bernardo, em Coimbra, e no Teatro Circo de Braga.
Por cá, na nossa Colecção, descobrimos o único livro que temos do autor. Dos seus livros de contos mais conhecidos - Os Prisioneiros (1963), A Coleira do Cão (1965), Feliz Ano Novo (1973), Ela e Outras Mulheres (2006), entre outros - que, estão na base destes espectáculos de Coimbra, nem rasto, o que até nem deve surpreender-nos, dado o público escolar que pretendemos servir. Rubem Fonseca não é fácil e não é escritor de "polir" as situações em que se movimenta: relações humanas duras, a violência latente ou explícita do mundo urbano "cão", com o uso de uma linguagem fartas vezes "chã".
O "Caso Morel", saído em 1973, foi o seu primeiro romance (confiscado pelas autoridades) e foi o seu primeiro sucesso a nível mundial.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Uma sugestão...
Hoje deixamos uma sugestão de um livro digital, a pensar nos mais novos e nos que, entre eles, gostam de Futebol (pois, está a chegar o Mundial...).
Ah! Atenção especial para os que gostam de escrever! É que têm a possibilidade de juntar uma história vossa a este texto! Vejam como, no final do livro!
http://e-livros.clube-de-leituras.pt/elivro.php?id=osamigosestrangeiros
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
Novidades na BE...
Entraram na BE 3 novos livros, com um sabor particular!
Editora Civilização, 2002
Círculo de Leitores, 1988
Editorial Presença, 3ª ed., 2001
Foram oferecidos por um aluno, o Fábio Lé do10º F, amigo dos livros e da Biblioteca, e que já, numa anterior ocasião, tinha tido um gesto semelhante.
Com os nossos agradecimentos, deixamos as sugestões... para as vossas requisições!
terça-feira, 18 de maio de 2010
DIA DOS MUSEUS
Hoje é Dia dos Museus - 18 de Maio.
Deixamos-vos, para evocar o dia, um pequeno texto de um dos nossos escritores mais intervenientes:
que mostra tudo o que sabe,
pondo a memória no centro
e dizendo ao visitante
que aquilo que nele guarda
afinal nem é seu
porque é pertença de todos
tudo o que habita um museu.
E um tempo sem memória,
pois quase tudo esqueceu.
José Jorge Letria
(in O Livro dos Dias)
sexta-feira, 7 de maio de 2010
A BE RECOMENDA...
O JL no FacebookÉ o Jornal de referência das Letras e da Cultura portuguesas, com muitas pontes viradas para o Brasil e PALOP'S.
Trata-se de um dos títulos que continuadamente disponibilizamos na sala da BE.
Mas o destaque agora é para a sua edição on-line, cheia de conteúdos mesmo à mão e com muitos Blogues por perto.
Espreitem!
Novidades da Literatura portuguesa
Saíu, com a chancela da "Caminho", mais um livro de Mário de Carvalho.
É um acontecimento editorial!
Mário Carvalho é um dos nossos "fazedores de língua", um escritor dos maiores.
A BE já foi com alunos vê-lo a Coimbra, há uns dois anos atrás. É, por isso, um dos escritores que seguimos com mais atenção.
Vamos, naturalmente, tentar adquirir a obra (as questões do orçamento...) e deixá-la à disposição dos nossos leitores.
Entretanto espreitem no nosso Catálogo e vejam o conjunto das obras que já possuímos dele!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
FEIRA DO LIVRO DA BE
Aí estão "AS NOSSAS JORNADAS", momento anual em que a Cultura, associada às actividades da escola, ganha um lugar de maior protagonismo e destaque.
O Programa dos 5 dias está recheado de iniciativas em muitos e variados espaços e com os mais diversos protagonistas: alunos, encarregados de educação, convidados, empresas, etc., etc..
Um dos espaços que vai ser mais visitado vai ser o da BIBLIOTECA ESCOLAR! Vamos ter por cá uma pequena Feira do Livro!
Fica o convite!
Aguardamos todas as visitas!
sexta-feira, 23 de abril de 2010
A festa em LUBLIANA
A festa maior será em LUBLIANA, na Eslovénia.
A UNESCO ,entidade da ONU que superintende no desenvolvimento da iniciativa, escolheu-a para ser a Capital do Livro 2010.
Hoje é o DIA MUNDIAL DO LIVRO!
Dia do LIVRO, essa fantástica invenção humana que, mais que tudo o resto, nos afasta e diferencia dos nossos parentes animais!
A ideia de coligir e organizar informação e pensamento! A ideia de a preservar para a fazer durar para além das vidas breves e etéreas!
A ideia de a tornar a base da organização, dos sistemas de pensamento, dos dogmatismos, das inovações, da ciência, da educação, da formação individual e colectiva, da subversão, da fuga aos atavios da realidade, do sonho puro, da fantasia e delírío... mas também da tragédia e do medo organizados!
Vive-se melhor e mais alegremente com os livros! Mas os livros também matam e têm sido fonte das mais profundas tragédias e embustes!
Vão haver, por todo o país, as comemorações habituais e serão concretizadas iniciativas muito "fertilizadoras". E já que não podemos viver sem eles (não convém mesmo!)...
Pelo mundo, a festa maior será em Lubliana!
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Do Boletim - Jacinto Lucas Pires
Já que publicámos o Boletim e nele se destaca o escritor Jacinto Lucas Pires, - que também tem um Blogue - e se dizia que dele tinham entrado na BE - oferecidos pela Biblioteca Municipal - três livros, vamos pois a eles e ao destaque que lhes é mais que devido.
Uma antologia de contos, publicada pela Cotovia em 2008.
Escreveu na dedicatória à BE: "Para a BE da Cristina Torres, estes assobios de ler (...)".
Uma obra de ficção, dedicada ao pai (onde diz que "a vida é um arco-íris no inverno e nós somos estrangeiros de daltónicos corações"), publicada pela Cotovia, em 1998.
Escreveu como dedicatória à BE: "Para a BE da Cristina Torres, este livrinho de uma cidade".
Romance publicado pela Cotovia em 2004.
Escreveu como dedicatória à BE: "Para a BE da Cristina Torres, este sol de palavras".
quarta-feira, 17 de março de 2010
Há 400 anos GALILEU GALILEI...
Março de 2010 marca em todo o mundo os 400 anos da publicação de uma das obras mais marcantes de toda a História da Ciência e da História da Humanidade - o livro "SIDEREUS NUNCIUS" ("O Mensageiro das Estrelas",Veneza, 1610) de Galileu Galileu, uma das personalidades mais marcantes do Renascimento.
Resultado das suas observações de 1609 - usou pela primeira vez o recém-inventado "telescópio" (uma luneta) na observação da Lua e de Júpiter, entre outros - causou sensação por toda a Europa, ao revelar realidades até aí completamente insuspeitadas, ou simplesmente inventadas (a lua como esfera perfeita, por exemplo).
Famosos ficaram igualmente os desenhos originais que publicou e que, na ausência de qualquer possibilidade de registo fotográfico (só 300 anos depois se começariam a dar os primeiros passos nessa direcção), deram a conhecer ao mundo o que os seus olhos haviam observado.
Fica a lembrança-homenagem.
Fica também uma das pérolas da nossa poesia, para ele precisamente!
Poema para Galileu
Estou olhando o teu retrato, meu velho pisano,
aquele teu retrato que toda a gente conhece,
em que a tua bela cabeça desabrocha e floresce
sobre um modesto cabeção de pano.
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da tua velha Florença.
(Não, não, Galileo! Eu não disse Santo Ofício.
Disse Galeria dos Ofícios.)
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da requintada Florença.
Lembras-te? A Ponte Vecchio, a Loggia, a Piazza della Signoria...
Eu sei...Eu sei...
As Margens doces do Arno às horas pardas da melancolia.
Ai que saudade, Galileo Galilei!
Olha. Sabes? Lá em Florença
está guardado um dedo da tua mão direita num relicário.
Palavra de honra que está!
As voltas que o mundo dá!
Se calhar até há gente que pensa
que entraste no calendário.
Eu queria agradecer-te, Galileo,
a inteligência das coisas que me deste.
Eu,
e quantos milhões de homens como eu
a quem tu esclareceste,
ia jurar - que disparate, Galileo!
- e jurava a pés juntos e apostava a cabeça
sem a menor hesitação -
que os corpos caem tanto mais depressa
quanto mais pesados são.
Pois não é evidente, Galileo?
Quem acredita que um penedo caia
com a mesma rapidez que um botão de camisa ou que um seixo de praia?
Esta era a inteligência que Deus nos deu.
Estava agora a lembrar-me, Galileo,
daquela cena em que tu estavas sentado num escabelo
e tinhas à tua frente
um friso de homens doutos, hirtos, de toga e de capelo
a olharem-te severamente.
Estavam todos a ralhar contigo,
que parecia impossível que um homem da tua idade
e da tua condição,
se estivesse tornando num perigo
para a Humanidade
e para a Civilização.
Tu, embaraçado e comprometido, em silêncio mordiscavas os lábios,
e percorrias, cheio de piedade,
os rostos impenetráveis daquela fila de sábios.
Teus olhos habituados à observação dos satélites e das estrelas,
desceram lá das suas alturas
e poisaram, como aves aturdidas - parece-me que estou a vê-las - ,
nas faces grávidas daquelas reverendíssimas criaturas.
E tu foste dizendo a tudo que sim, que sim senhor, que era tudo tal qual
conforme suas eminências desejavam,
e dirias que o Sol era quadrado e a Lua pentagonal
e que os astros bailavam e entoavam
à meia-noite louvores à harmonia universal.
E juraste que nunca mais repetirias
nem a ti mesmo, na própria intimidade do teu pensamento, livre e calma,
aquelas abomináveis heresias
que ensinavas e escrevias
para eterna perdição da tua alma.
Ai, Galileo!
Mal sabiam os teus doutos juízes, grandes senhores deste pequeno mundo,
que assim mesmo, empertigados nos seus cadeirões de braços,
andavam a correr e a rolar pelos espaços
à razão de trinta quilómetros por segundo.
Tu é que sabias, Galileo Galilei.
Por isso eram teus olhos misericordiosos,
por isso era teu coração cheio de piedade,
piedade pelos homens que não precisam de sofrer, homens ditosos
a quem Deus dispensou de buscar a verdade.
Por isso estoicamente, mansamente,
resististe a todas as torturas,
a todas as angústias, a todos os contratempos,
enquanto eles, do alto inacessível das suas alturas,
foram caindo,
caindo
caindo
caindo
caindo sempre,
e sempre.
ininterruptamente,
na razão directa dos quadrados dos tempos.
António Gedeão ("Poema para Galileu", 1964)
terça-feira, 16 de março de 2010
NOVIDADES NA COLECÇÃO
É um dos mais provocantes objectos a que a ciência histórica se tem abalançado, a "História do Presente"
Então, mas se o objecto da História é o passado, como se pode falar de "História do Presente"?, dir-se-á facilmente numa objecção natural...
É uma questão de ângulo, de ponto de vista: afinal o que é o passado? O que esta linha acaba de armazenar enquanto se escreve, se pensarmos bem, "ao sê-lo já era", que é afinal o destino de tudo o que vai acontecendo no Planeta em que vivemos.
Olhado a essa luz o passado ganha, portanto, uma outra espessura e aumenta de temporalidade, e podemos, por isso, vê-lo estendido até bem perto de nós (o "passado muito recente")- ontem, já hoje! Claro que, ao pisar este terreno, a História entra em contacto directo com outras disciplinas e ciências - o Jornalismo, a Sociologia, a Antropologia, a Ciência Política, a Economia, entre várias outras - mas (é a opinião de muita gente...) só se pode esperar muita fecundidade desse encontro, mesmo que dê em desencontros e outros tantos desencantos...(leiam a introdução deste livro - p. 9-20).
Este livro não vai tão longe: publicado em 2001, preocupou-se essencialmente com a Europa da década anterior, olhando para vários dos seus acontecimentos políticos (principalmente) - citando-o, da capa, para "a queda do Muro de Berlim, a transição para o capitalismo, o euro, o chão sangrento do Kosovo, os sérvios de Belgrado, a corrupção em Moscovo, Václav Havel e Honecker". Espreitem!
quarta-feira, 10 de março de 2010
Maria Velho da Costa
Falámos aqui do Correntes de Escritas 2010 .
Este ano, o Prémio Literário Casino da Póvoa, o mais importante dos que eram atribuídos nesta edição, premiou o romance Myra, da escritora Maria Velho da Costa (Assírio & Alvim).
"Maria Velho da Costa revelou que a obra “Myra” nasceu a partir de uma história que contou ao neto.
«É uma história para "crianças idosas". Começou com uma história que contei ao meu neto há uns quatro ou cinco anos. Uma das coisas que o professor Manuel Gusmão diz sobre este livro é que, na paisagem da ficção contemporânea é um unicórneo, um animal fora de classificação. Para mim é difícil ter uma atitude crítica em relação a este livro, mas acho que pelas questões que o livro trabalha como a migração, a descolonização, os direitos dos animais, é um livro que pode ser interessante», sugeriu."http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1503096
Esta é uma das nossas mais importantes escritoras: em 1997 foi galardoada com o Prémio Vergílio Ferreira, da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra, e, em 2002, recebeu o Prémio Camões, instituído pelos governos de Portugal e do Brasil.
Procurámos e não encontrámos, no entanto, obras desta escritora na nossa Biblioteca. Vamos colocá-la na lista dos que temos que adquirir, claro!
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